O que é o Lucro Presumido?

O que é o Lucro Presumido?

Agora que já vimos Como abrir uma empresa, chegou a hora de decidir seu regime de tributação, que nada mais é do que o sistema que define a cobrança de impostos do seu CNPJ. Para isso, explicaremos o Lucro Presumido.

O que é Lucro Presumido?

É um regime tributário simplificado, onde a empresa realiza a apuração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IPRJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a partir da base de cálculo determinada pela Receita Federal. Para isso, a Receita Federal presume parte do faturamento da empresa como lucro.

Quais são as vantagens e as desvantagens do Lucro Presumido?

Primeiramente, é importante saber as vantagens e desvantagens de cada um. Em seguida temos uma lista das vantagens:

    • Requer que a empresa realize menos cálculos e guarde menos documentos do que no Lucro Real;
    • Cálculos simplificados reduzem a chance de recolhimento incorreto;
    • Economia nos impostos se sua empresa lucra mais do que o percentual de isenção;
    • Alíquotas menores para PIS e COFINS;

Por outro lado segue às desvantagens:

    • A empresa pagar mais imposto do que deveria em caso de margens de lucro menores do que o presumido;
    • Impossibilidade de obtenção de créditos do PIS e do COFINS;
    • Presunção de lucro muitas vezes fora da realidade para prestadores de serviço;

Quais são os impostos do Lucro Presumido?

Qual a vantagem do Lucro Presumido em relação ao Simples Nacional? Assim como em relação ao Lucro Real, se sua empresa tem uma margem de lucro maior do que o presumido, você gasta menos em impostos. Qual as desvantagens? Os cálculos no Lucro Presumido são mais complexos, e possuem períodos de apuração diferentes. No Simples Nacional, você paga todos os tributos em uma única guia, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, ou DAS.

Apuração mensal (aplicando a alíquota ao faturamento da empresa):

    • Imposto Sobre Serviços (ISS), variando entre 2,5% e 5% conforme a cidade e serviço prestado;
    • Programa de Integração Social (PIS), 0,65%
    • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), 3%

Apuração Trimestral (sobre os percentuais de presunção de lucro, de acordo com a atividade da empresa):

    • Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), 15%
    • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), 9%

Em seguida temos uma tabela da alíquota de presunção de lucro de acordo com a atividade exercida pela empresa:

 

Alíquota da presunção de Lucro Atividade da Empresa
8% Revenda de combustíveis e gás natural
8% Transporte de cargas
8% Atividades imobiliárias
8% Industrialização para terceiros com recebimento do material
16% Demais atividades não especificadas, que não sejam prestação de serviço
32% Transporte que não seja de cargas e serviço em geral
32% Serviços profissionais que exijam formação técnica ou acadêmica (engenharia, advocacia)
32% Intermediação de negócios
32% Administração de bens móveis ou imóveis, locação ou cessão desses mesmos bens
32% Construção civil e serviços no geral

 

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Como calcular impostos do Lucro Presumido?

No caso dos impostos de apuração mensal, o cálculo é realizado de acordo com o rendimento da empresa. Por exemplo: Uma firma de advocacia teve o faturamento bruto de R$20.000,00 no mês de julho. Supondo que o ISS da cidade na qual ela presta serviços seja de 3,5%, teremos o seguinte cálculo:

    • PIS: 0,65% x R$ 20.000,00 = R$ 130,00;
    • COFINS: 3% x R$ 20.000,00 = R$ 600,00;
    • ISS: 3,5% x R$ 20.000,00 = R$ 700,00;

Para o cálculo do IRPJ e da CSLL, que tem a apuração trimestral, é necessário somar os faturamentos de julho, agosto e setembro. Por exemplo, uma empresa que mantém seu faturamento bruto de R$ 20.000,00 durante todo o trimestre, tem como resultado um faturamento bruto total de R$ 60.000,00.

    • IRPJ: R$ 60.000,00 x 32% (presunção de lucro para advocacia) x 15% (Alíquota IRPJ) = R$ 2.880,00
    • CSLL: R$ 60.000,00 X 32% X 9% (Alíquota CSLL) = R$ 1.728,00

Lucro Presumido x Lucro Real

O Lucro Presumido possui vantagens e desvantagens, quando comparado ao Lucro Real. Dessa forma, segue as vantagens:

    • Menos cálculos e cálculos simplificados, reduzindo a chance de erros;
    • Empresas com faturamento maior do que o presumido pela Receita Federal pagam menos impostos do que pagariam no Lucro Real;
    • Alíquotas menores para PIS e COFINS;

Por outro lado segue às desvantagens:

    • Não permite a obtenção de créditos do PIS e COFINS;
    • Meses de faturamento mais baixo podem causar impostos mais caros do que pagariam no Lucro Real;
    • Aceita apenas a apuração trimestral, entretanto o Lucro Real permite também a apuração anual;

Lucro Presumido x Simples Nacional

Como dissemos anteriormente, o Lucro Presumido é um regime tributário simplificado, que requer menos cálculos do que o Lucro Real. O Simples Nacional, por sua vez, é ainda mais simplificado do que o Lucro Presumido.

Qual a vantagem do Lucro Presumido em relação ao Simples Nacional? Assim como em relação ao Lucro Real, se sua empresa tem uma margem de lucro maior do que o presumido, você gasta menos em impostos. Qual as desvantagens? Por outro lado, os cálculos no Lucro Presumido são mais complexos, e possuem períodos de apuração diferentes. Entretanto, no Simples Nacional, você paga todos os tributos em uma única guia, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, ou DAS.

Em resumo, escolher um bom regime tributário pode definir o sucesso da sua empresa, então conte com a Recta para tomar essa decisão. Temos todos os serviços para fazer sua empresa decolar!

Saiba o que é o Simples Nacional

Saiba o que é o Simples Nacional

Agora que já vimos Como abrir uma empresa, chegou a hora de decidir seu regime de tributação, que nada mais é do que o sistema que define a cobrança de impostos do seu CNPJ. Para isso, explicaremos o Simples Nacional.

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado, pensado para micro e pequenas empresas. Nele, todos os tributos são recolhidos por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que encapsula tributos como Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços (ISS) e Contribuição Patronal Previdenciária (CPP).

Quem pode se inscrever?

Diversos fatores definem quais empresas podem se inscrever no Simples Nacional, incluindo faturamento, tipo de empresa, atividades e constituição societária.

A principal regra que define se sua empresa pode se inscrever no Simples Nacional é o porte, sendo exclusiva para Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Eis a definição desses portes:

    • Microempresa (ME): faturamento de até R$ 360 mil nos últimos 12 meses;
    • Empresa de Pequeno Porte (EPP): faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões nos últimos 12 meses;
    • Para Microempreendedores Individuais, a legislação é diferente. Além do limite de faturamento, existem outras condições que devem ser cumpridas, para que a empresa possa adotar esse regime tributário:
    • Não possuir outra empresa no quadro societário, apenas pessoas físicas como sócias;
    • Não ser sócia de outra empresa, o CNPJ não pode participar do capital social de outra pessoa jurídica;
    • Caso os sócios possuam outras empresas, a soma do faturamento de todas elas não pode superar R$ 4,8 milhões;
    • Não ser uma sociedade por ações (S/A), não possuir sócios que vivem no exterior, não possuir débitos com a Receita Federal, Estadual, Municipal e/ou Previdência e não possuir débitos em aberto com o Governo.

Quem não pode se inscrever?

    • Empresas com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões (ou proporcional para empresas novas), empresas que possuam um ou mais sócios com participação superior a 10% em empresa de Lucro Real ou Presumido e a soma do faturamento de todas as empresas não ultrapasse R$ 4,8 milhões;
    • Empresas com um dos sócios com mais de uma empresa optante pelo Simples Nacional e a soma do faturamento de todas as suas empresas ultrapassam R$ 4,8 milhões, empresas que possuam sociedade com pessoa jurídica (CNPJ) ou empresas que participem de outras sociedades, com Filial ou representante de Empresa com sede no exterior, empresas que estão em débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa;
    • Cooperativas (salvo as de consumo), sociedades por ações (S/A), ONGs, Oscip, bancos, financeiras ou gestoras de créditos / ativos;
    • Empresas resultantes ou remanescentes de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores.

Como se inscrever no Simples Nacional?

O processo pode ser feito sozinho e inteiramente pela internet, porém recomendamos o auxílio de um contador, então deixe a Recta te ajudar! Uma vez que você tenha escolhido o tipo de empresa, a natureza jurídica, definido o CNAE (atividade da empresa) e já tenha o CNPJ da sua nova empresa, baixa acessar o site do Simples Nacional.

De lá, basta clicar em Simples (Serviços) > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional. Você precisará gerar um código de acesso para realizar a solicitação, o que requer o número do recibo da última declaração de imposto de renda de pessoa física do sócio responsável pela empresa ou o título de eleitor.

O prazo para realizar a solicitação para empresas novas é de 30 dias após a aprovação da inscrição municipal ou estadual, desde que não ultrapasse 180 dias da abertura do CNPJ.

No entanto para aqueles que já têm um negócio estabelecido, é possível realizar a solicitação em janeiro de cada ano.

Quais as vantagens?

Até agora o “Simples” não parece muito simples, não é mesmo? Pois não se preocupe, ele possui várias vantagens. O nome do regime se dá pelo fato de sua cobrança ser simplificada, com todos os impostos em uma única guia, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Também requer menos cálculos e declarações que os outros regimes.

Mas as vantagens não param por aí! O regime também conta com alíquotas reduzidas, calculadas de acordo com o faturamento da empresa. Em conclusão, empresas que optam por este regime também podem receber benefícios em processos de licitação e exportação de produtos.

Como funciona o cálculo do Simples Nacional?

O cálculo é realizado mensalmente pelo próprio programa do Simples Nacional. Ainda assim, para aqueles que querem saber como funciona:

Caso sua empresa tenha lucrado até R$ 180 mil nos últimos 12 meses, a alíquota é simples, então basta multiplicar. Por outro lado, caso sua empresa tenha lucrado mais de R$ 180 mil, o cálculo é diferente:

  • (faturamento nos últimos 12 meses * alíquota da tabela) – dedução da tabela.

O que significa DAS?

Como dissemos anteriormente, DAS é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que é a guia unificada de arrecadação. Por meio dele, são recolhidos os tributos:

    • Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ);
    • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
    • Programa de Integração Social (PIS);
    • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
    • Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
    • Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
    • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
    • Imposto sobre Serviços (ISS).

O vencimento do boleto é até o dia 20 de cada mês, e caso o dia 20 caia em um feriado ou final de semana, o vencimento é no próximo dia útil.

Mas atenção! Caso o faturamento da sua empresa supere R$ 3,8 milhões nos últimos 12 meses, o DAS recolherá apenas os tributos federais. ICMS e ISS serão cobrados separadamente, e incluirão as mesmas obrigações acessórias de uma empresa que adote o Lucro Real ou Lucro Presumido.

Como calcular o valor do DAS?

Para realizar o cálculo, você precisa primeiro verificar a alíquota conforme a atividade exercida pela sua empresa. As atividades permitidas estão enquadradas em 6 tabelas do programa, referidos como anexos. Para facilitar a compreensão, organizamos o processo em tópicos:

    • Verifique todas as atividades que sua empresa exerce de acordo com os anexos;
    • Anexos possuem alíquotas diferentes, variando entre 4% a 15,5%;
    • Caso a empresa emita notas com atividades diferentes, as notas devem ser separadas de acordo com a atividade
    • A empresa pagará impostos sobre o valor total da nota fiscal de cada atividade;

Simples Nacional x Lucro Real x Lucro Presumido

Com três regimes tributários diferentes, como escolher o melhor para a sua empresa? Como ambos o Simples Nacional e o Lucro Real são calculados com base no faturamento da empresa, ambos são muito similares em comparação. No entanto, o Simples Nacional é pensado para micro e pequenas empresas, então a facilidade de recolhimento o torna superior.

A pergunta que fica então é: Simples Nacional ou Lucro Presumido? A resposta varia dependendo do lucro da sua empresa. Embora o Lucro Presumido seja mais complicado, caso sua empresa lucre mais do que o pressuposto, ela economizará em imposto. Por outro lado, ela pagará mais do que deveria.

Em resumo, escolher um bom regime tributário pode definir o sucesso da sua empresa, então conte com a Recta para tomar essa decisão. Temos todos os serviços para fazer sua empresa decolar!

Vai abrir um consultório médico e tem alguma dúvida? Lei o nosso artigo “Tudo que você precisa saber para abrir um consultório médico”.

Como abrir uma empresa?

Como abrir uma empresa?

Está pensando em abrir uma empresa, mas não sabe por onde começar? Compilamos todas as informações que você precisa para abrir sua empresa e tornar seu negócio realidade, confira!

Quanto custa para abrir uma empresa?

Planeje-se bem antes de começar! Existem custos antes da obtenção do CNPJ, e um bom planejamento vai te evitar dores de cabeça ou surpresas durante o processo.

As taxas da Junta Comercial e da Prefeitura variam de acordo com a sua região. Enquanto em São Paulo o processo pode custar em torno de R$ 500,00 para a maioria das empresas, no Rio de Janeiro, mas para o mesmo processo, você pode gastar até R$ 1.500,00.

Quais os documentos necessários para abrir uma empresa?

A princípio os documentos também variam de acordo com o Estado em que você se encontra, mas na maioria dos casos, você precisará dos seguintes documentos:

    • RG e CPF;
    • Comprovante de endereço;
    • Certidão de casamento (se casado);
    • Cópia do IPTU ou documento com a inscrição imobiliária ou indicação fiscal do local de funcionamento da sua empresa.

Dependendo da área de atuação da empresa, podem ser necessários outros documentos, como registro profissional (OAB, CRM, por exemplo).  Com esses documentos em mão, você precisará protocolar seu pedido de registro na Junta Comercial ou no Cartório (dependendo da atividade exercida).

Caso sua empresa conte com endereço físico, você também precisará do Alvará de Funcionamento, que é concedido pela Prefeitura ou por outros órgãos governamentais municipais.

Quanto tempo demora para abrir uma empresa?

Assim como as taxas e os documentos, o tempo para abrir uma empresa varia de acordo com o Estado, demorando de 5 dias em São Paulo, até 48 dias em Porto Alegre.

Porém, se utilizarmos o certificado digital de pessoa física para os sócios, a abertura pode ser realizada em questão de horas! (Caso especial para aberturas no Estado de São Paulo, principalmente se tratando da capital)

Qual o porte da minha empresa?

A princípio, um detalhe importante na hora de abrir sua empresa é definir o porte, pois ele vai ditar a quantidade de sócios, o faturamento e a quantidade de funcionários que você pode contratar. Os portes de empresa mais comuns são MEI, ME e EPP.

Existem diferentes métricas para definição do porte da sua empresa, de acordo com diferentes órgãos. Por exemplo: o IBGE define o porte das empresas de acordo com o número de funcionários, já a ANVISA e o BNDS definem o porte de acordo com o faturamento anual.

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Microempreendedor Individual (MEI)

O Microempreendedor Individual é para quem trabalha por conta própria, ou autônomo. Você terá direito a CNPJ, contribuir com o INSS, não é obrigado a emitir nota fiscal, e não precisa contratar um contador. Seguem as limitações desse tipo de empresa:

    • Não permite sócios;
    • Permite a contratação de apenas um funcionário CLT;
    • Limite de faturamento anual de R$ 81.000,00.

Microempresa (ME)

A Microempresa, ao contrário do MEI, permite que você tenha sócios, contrate mais funcionários, emita quantas notas fiscais quiser, e permite a participação no Simples Nacional, que é um documento que reúne todos os tributos, e é calculado automaticamente. Sobretudo as limitações para as ME:

    • Permite a contratação de até 9 funcionários para comércio e prestação de serviços, ou 19 para indústria;
    • Receita bruta anual de até R$ 360 mil.

Empresa de Pequeno Porte (EPP)

Já a Empresa de Pequeno Porte, permite que você contrate mais funcionários e tenha uma receita bruta anual ainda maior, também podendo optar pela participação no Simples Nacional. Eis as limitações para as EPP:

    • Permite a contratação de até 49 funcionários para comércio e prestação de serviços, ou 99 para indústria;
    • Receita bruta anual entre R$ 360 mil e R$ 4.8 milhões.

Empresa de Médio Porte

A Empresa de Médio Porte permite a contratação de mais funcionários e uma receita bruta anual ainda maior. Sendo assim suas limitações são:

    • Não permite a opção pelo Simples Nacional;
    • Permite a contratação de até 99 funcionários para comércio e prestação de serviços, ou 499 para indústria;
    • Receita bruta anual entre R$ 4.8 milhões e R$ 6 milhões para Grupo IV, entre R$ 6 milhões e R$ 20 milhões para Grupo III.

Empresa de Grande Porte

A Empresa de Grande Porte permite a contratação de ainda mais funcionários e uma receita bruta anual ainda maior do que as empresas de médio porte. Dessa forma, suas limitações são:

    • Não permite a opção pelo Simples Nacional;
    • Permite a contratação de acima de 100 funcionários para comércio e prestação de serviços, e de 500 para indústria;
    • Receita bruta anual entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões para Grupo II, acima de R$ 50 milhões para Grupo I.

A Empresa Individual não permite que você tenha sócios!

A Sociedade Limitada requer que você tenha pelo menos um sócio!

Quais são os tipos de sociedade para eu abrir uma empresa?

Uma vez que você sabe o porte da sua empresa, você precisa definir a natureza jurídica da sua empresa, ou seja, quem são os sócios, o investimento inicial e a participação de cada um na empresa.

Empresa Individual (EI)

A princípio a Empresa Individual não permite que você tenha sócios, e não requer um capital social. Porém, em caso de dívidas, você pode ter que pagar com seu patrimônio pessoal, então tome cuidado!

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

Assim como EI, a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada é para quem trabalha por conta própria, porém, diferentemente do EI, você não responde com seus bens pessoais pelas dívidas da empresa.

Para isso, você precisa de um capital social mínimo de 100 salários mínimos vigentes em bens ou dinheiro. Mas atenção! Em caso de dívida, você precisará ter esse valor para quitação.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

Por isso a Sociedade Limitada Unipessoal reúne o melhor das duas sociedades anteriores: Não requer sócios, capital social, e não coloca em risco seu patrimônio pessoal!

Sociedade Limitada (LTDA)

Dessa forma, a Sociedade Limitada requer que você tenha pelo menos um sócio, e o capital social é formado pela contribuição de ambos os sócios (em dinheiro ou bens), e não requer um valor mínimo.

Você tem alguma dúvida em como abrir sua empresa?

Recta atende todos as modalidades de Natureza Jurídica (individuais e societárias). Entre em contato conosco que iremos te orientar em todo o processo de abertura de empresa.

Você tem alguma dúvida sobre Simples Nacional, Lucro bruto e Lucro presumido? Leia no blog mais artigos explicando detalhadamente esses três tipos de Regime Tributário.